Run>Routine at Restraint exhibition, at Oboro, Montreal, Canada

Run>Routine at Restraint exhibition, at Oboro, Montreal, Canada

Compilação e meus trabalhos audiovisuais na Bahia. Abaixo descrição do projeto permanente, no site do MAM-BA.

Flyer do programa Cinema de Artista, com meus trabalhos. A foto é do documentário Do Outro Lado do Rio (2004, 89min)
Cinema de Artista
O projeto Cinema de Artista, do Museu de Arte Moderna da Bahia, traz a Salvador, em sua quarta edição, o documentarista, videoartista e produtor Lucas Bambozzi. A abertura acontece no dia 29 de outubro, às 18h, com exibição do documentário 8 ou 80 BH Underground seguido por bate-papo com Danillo Barata, artista e videomaker, Karla Brunet, fotógrafa e crítica de arte eletrônica, João Rodrigo, cineasta e produtor e com o próprio Bambozzi. As exibições compreendem duas programações que se revezam e ficam em cartaz de 30 de outubro a 06 de novembro, das 16h às 18h. As sessões são gratuitas e a programação completa pode ser conferida no endereço www.mam.ba.gov.br.
A seleção dos trabalhos foi feita por Solange Farkas, diretora do MAM-BA e criadora do Videobrasil.
Trabalhos exibidos:
PROGRAMAÇÃO CINEMA DE ARTISTA
Exibição:
8 ou 80 BH Underground. 55 MINUTOS
Sinopse
O documentário resgata a cena pós-punk e underground mineira dos anos 80, quando nasciam as bandas de rock new wave, a música eletrônica e as performances audiovisuais ao vivo — e ainda não se conhecia muito bem a palavra multimídia.
Bate Papo de 19h as 20h30
Programa I
30 de Outubro; 03, 05 de Novembro
Exibição da Programação Cinema de Artista – 16h às 18h de terça a sexta-feira
Duração da programação: 126m40s
1. Lovestories / 6 minutos
Vídeo experimental
Ano e local de produção: 1992 – Belo Horizonte
Reflexão sobre os extremos da paixão. Ao som de ópera de Verdi, cenas granuladas de um casal se amando misturam-se a aviões de guerra em ação. Na tela e em off, trechos de Oscar Wilde, Caetano Veloso e Godard transmitem desilusão, ceticismo e ironia.
2. Cidade sem janelas / 28 minutos
Documentário experimental
Ano e local de produção: 1994 – São Paulo
Direção: Lucas Bambozzi e Eliane Caffé
Ensaio poético realizado a partir das obras dos 15 artistas reunidos pelo projeto “Arte Cidade”, uma reflexão sobre a experiência estética dentro das grandes cidades. Artistas plásticos, estudiosos e músicos falam da maior metrópole da América do Sul.
3. Ali é um lugar que não conheço (Just there: a place I do notknow.) / 6 minutos
Videopoema / vídeo-arte / vídeo experimental
Ano e local de produção: 1997 – Marrocos/São Paulo
Vídeo poemas experimentais falam do fascínio pelo não-conhecido e pelo não-possuído, do desejo por outro lugar e dos conflitos que ele gera.
4. Oiapoque / 12min.
Documentário
Ano e local de produção: 1998 – Oiapoque/São Paulo
Registro do processo de adentramento na região de fronteira entre o Brasil e a Guiana Francesa. Pontos de encontro de pequenas histórias e existências: a insatisfação com o estado presente, o eterno ir, o vagar, o apego ao sonho do ouro e da felicidade.
5. Otto, Eu Sou Um Outro / 21 minutos
Ficção experimental
Ano e local de produção: 1998 – Belo Horizonte/São Paulo
Direção: Lucas Bambozzi e Cao Guimarães
Otto é uma ficção em torno de conceitos relativos à duplicidade, dificuldades de comunicação e procura pela simplicidade.
6. Eu não posso Imaginar Parte I (I have no words) / 4” 20”
Vídeo-arte / vídeo experimental
Ano e local de produção: 1999 – São Paulo
1ª parte de uma trilogia de vídeos ligados ao projeto Tormentos. Envolvendo situações de invasão de privacidade e retratando estados alteradas de percepção, o vídeo articula cenas captadas ao acaso na busca por uma forma de registro de imagens interiores e mentais.
7. Eu não posso Imaginar Parte II (I have no words) / 22 minutos
Vídeo-arte / vídeo experimental
Ano e local de produção: 1999 – São Paulo
Um jogo de impressões e auto-expressão onde são desenvolvidas várias possibilidades de elaboração de sentido, procurando a transposição para a imagem, de sensações geralmente consideradas não – verbalizáveis.Como diz um dos personagens: “… é apenas a idéia de como contar uma coisa que é tão difícil de entender e ao mesmo tempo tão simples”. 2ª parte de uma trilogia de vídeos ligados ao projeto Tormentos
8. Aqui de novo / 6min.
Vídeo experimental
Ano e local de produção: 2002 – São Paulo/Londres
Um ensaio sobre algumas contradições contemporâneas: a disparidade entre o que se quer fazer e o que se faz de fato, entre o que se diz e o que se quer dizer, entre o convívio nos espaços públicos e os desejos privados. Elementos: o outro, as janelas, a privacidade, os espaços vazios, a intimidade mediada, voyerismo, situações invasivas, dúvidas.
9. What is erased – what is retained / 6 min
Vídeo-arte
Ano e local de produção: 2002 – São Paulo/Tailândia
O vídeo é um exercício sobre a redundância da imagem faltante. Realizado a partir de cenas de uma luta de box Tailandês.
10. No logo/ no todo / 4 min
Ano e local de produção: 2003 – São Paulo
Série de vídeos produzidos a partir de banco de imagens entre artistas participantes da exposição Imagem Não Imagem de vídeo a partir de estrutura narrativa interativa.
11. Desvios derivas contornos / 8’40’/ 2007 (SP)
Single – channel vídeo
Ano e local de produção: 2007 – São Paulo
Situações urbanas, impasses, atalhos, ruas sem saída, o interesse pelo ordinário.
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Programa II
02, 04, 06 de Novembro
Exibição da Programação Cinema de Artista – 16h às 18h de terça a sexta-feira
1. Postcards – 10 minutos
Série 1: Trabalho em diferentes formatos concebido a partir de uma série de vídeos de curtíssima duração. São situações distintas, retratadas a partir de cartões postais típicos, em várias cidades, sempre ressaltando as particularidades que existem para além do frame que um cartão desse tipo pode revelar.
2. Do Outro Lado do Rio – Lucas Bambozzi (Brasil-SP, 91’, 2004)
O filme é uma viagem aos limites do Brasil, uma investigação sobre a zona indefinida entre as cidades de Oiapoque (Brasil) e Saint Georges de L’Oyapock (Guiana Francesa), onde as identidades se confundem e apenas um rio separa o homem de seus sonhos. Oiapoque é uma zona de intersecção entre o Brasil e a Guiana Francesa, a porta de entrada para uma nova vida em território francês. A cidade tem o maior fluxo de migração das fronteiras brasileiras e testemunha um mundo em trânsito. O foco do documentário são as pessoas e suas histórias. Obstinadas, desesperançadas e insatisfeitas com as condições estabelecidas pela Amazônia, essas pessoas buscam a consolidação de um sonho em geral vago, tênue e incerto. Repleto de personagens com um notável espírito de aventura e legítimos representantes de um tipo de Ulisses contemporâneo, estão sempre planejando sua Odisséia para além das fronteiras.
3. Postcards – 13 minutos
Painéis – Projeção de seqüências de cartões postais exibidos consecutivamente na mesma tela; até o preenchimento completo da área de projeção.
Fui homenageado na 9ª Goiania Mostra Curtas.
Achei curioso, pois por muitos anos, ao longo dos anos 90, “tecnicamente” não fazia curtas, mas o que todos chamavam de videoarte, as vezes com alguma interrogação no ar.
O evento foi bacana e foi bom ter visto meus próprios vídeos, um monte deles juntos, pra ter uma idéia do que andei fazendo.


Recebendo o troféu da Maria Abdala, em Goiânia
The set up of the installation Mobile Crash! was finished today. It uses a new interface specially developed for the work, which is really intuitive: one would just point to one of the four big screens to make it respond by triggering a sequence of videos. The images, edited in a rhythmic and increasingly noisier sequence (up to 12 levels) show technologic devices, mainly mobile phones, being smashed by a hammer.

Curador Invitado: Marcus Bastos
Obras de: Lucas Bambozzi, Giselle Beiguelman y Maurício Fleury, Lea van Steen y Raquel Kogan, Rachel Rosalen y Rafael Marchetti, Nacho Duran.

the equipment used for the installation: a quad-core Ubuntu Linux box, with four Nvidia video cards.

two of the four screens in the installation at Espacio Telefonica (AR)
technical sheet:

Mobile Crash:
conceived by: Lucas Bambozzi
assistance: Paloma Oliveira
technological development: Ricardo Palmieri
images: Lucas Bambozzi and Lucas Gervilla
oito ou oitenta
underground . poesia . performance . música
documentário de Lucas Bambozzi e Rodrigo Minelli
produzido por Chico de Paula [arquipélago audiovisual]
DOCTV IV – 2009

O documentário resgata a cena pós-punk e underground mineira dos anos 80, quando nasciam as bandas de rock new wave, a música eletrônica e as performances audiovisuais ao vivo — e ainda não se conhecia muito bem a palavra multimídia.
horários:
Rede Minas (MG) – 20/08 quinta às 23h
TV Brasil (RJ) – 20/08 quinta às 23h
TV Cultura (SP) – 21/08 sexta às 22h40
arte.mov
3º festival internacional de arte em mídias móveis
………………………………………………………….
20 a 25 de novembro, 2008
Palácio das Artes, Belo Horizonte, Brasil
26 de novembro a 07 de dezembro, 2008
MIS-MUBE, São Paulo, Brasil
Festival documentation

Lucas and Mirjam Struppek just after artemov's symposium, having a beer in one of the installations by Michel Gondry

Videoman Fernando Llanos acclaimed in downtown Belo Horizonte (pictured with Rocco)

Trebor Scholz did a great lecture in Belo Horizonte, focusing the expropriation of online work. The presentation (pdf, 16MB) can be downloaded here: http://tinyurl.com/5antg8.
“8 ou 80, alguma coisa aconteceu ali” é o nome provisório do documentário sobre a cena dita ‘underground’ em BH nos anos 80, quando houve uma profusão de ações espetaculares unindo campos da arte, música, poesia, performance e vídeo independente.
O documentário, de direção minha e de Rodrigo Minelli foi rodado em BH na semana que antecedeu o Natal deste ano, e resultou em encontros memoráveis, entre pessoas que não se encontravam há duas décadas.

Roberto Soares: revivendo e reinventando performances dos anos 80.

Conversa entre Gato Jair (ex-O Último Número) e John Ulhoa (ex-O Último Número e Sexo Explícito, atualmente Pato Fu).

Remake da performance Com Gas Not, com Roberto Soares, Ronaldo Gino e Andrea Dario.


RE:akt! | reconstruction, re-enactment, re-reporting
[intermedia group exhibition]

RE:akt! confronts current ideological and intellectual canons, power structures, policies, and distribution channels by re-enacting selected historical and culturally-relevant events.
MNAC – National Museum of Contemporary Art Bucharest
January 22 – March 13, 2009
ŠKUC gallery, Ljubljana
March 25 – April 17, 2009
MMSU – Museum of Modern and Contemporary Art Rijeka
May 22 – June 21, 2009
Artists: Lucas Bambozzi, Vaginal Davis, Quentin Drouet, Janez Janša, Janez Janša, Janez Janša, Eva and Franco Mattes (aka 0100101110101101.ORG), Bor Pungerčič, Dejan Dragosavac Ruta, SilentCell Network (Mare Bulc, Janez Janša, Bojana Kunst, Igor Štromajer)
Curator: Domenico Quaranta
Book:
Editor: Antonio Caronia
Texts: Antonio Caronia, Domenico Quaranta, Jennifer Allen, Rod Dickinson, Jan Verwoert
Language: English
Release: february 2009
Publishing and distribution: fpeditions www.fpeditions.com
N. of pages: 144 (64 b/w, 80 colour)
Format: 150 x 21 mm
see videos:
exhibition:
lines:
situation #1
3rd Inclusiva-net meeting: NET.ART (SECOND EPOCH). The Evolution of Artistic Creation in the Net-system
place: Centro Cultural de España en Buenos Aires
The third meeting of the Inclusiva-net plattform, takes place on March 2 through 6, 2009, at the Centro Cultural de España (Cultural Centre of Spain) in Buenos Aires (Paraná 1159). It comprises a set of seminars, a series of communications chosen from a public call for proposals, and debate sessions, aiming to develop an analysis of the current situation of artistic practices on the Web from various theoretical and critical perspectives.
The encounter is directed by Juan Martin Prada. With the participation of Josephine Bosma, Steve Dietz, Gustavo Romano, Brian Mackern, Arcángel Constantini, Lucas Bambozzi, Daniel García Andújar, Franz Thalmair (cont3xt.net), Marisa Olson, Michael Mandiberg, Guadalupe Aguiar Masuelli, Lila Pagola, Curt Cloninger and Patricia Gouveia.
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March 2 through 6, 2009
Venue: Centro Cultural de España en Buenos Aires [Paraná 1159, Buenos Aires]
Organized by Medialab-Prado and the Centro Cultural de España (Cultural Centre of Spain) in Buenos Aires.
Statement (the organizers)
This third meeting of the Inclusiva-net platform aims to develop an analysis of the current situation of artistic practices on the web from various theoretical and critical perspectives. It will comprise a set of seminars, a series of communications chosen from a public call for proposals, and debate sessions. Throughout the meeting, many topics will be addressed including questions such as: Can we speak of a second epoch in net.art? What do the new art forms based on on/off-line hybridization contribute? What critical reflection do new manifestations of digital creations in networks offer us? What are the new relations between creation and dissention?
Themes for the meeting
[experiência audiovisual]
Embolex
Lucas Bambozzi
DJ Dolores
Livio Tragtenberg
Lenora de Barros
Toca e Dengue (Nação Zumbi)
documentação:
UOL
http://www1.folha.uol.com.br/folha/videocasts/ult10038u543479.shtml
Metropolis

Outros Silverinos Remix é uma apresentação em múltiplas linguagens que engrossa o caldo dos Severinos contemporâneos, não apenas os nordestinos mas os anônimos Silvas, Silveiras, Oliveiras e tantos Joãos, Josés e Marias que vivem à margem tanto dos centros quanto das periferias de nosso país.
Livremente inspirado em Morte de Vida Severina do escritor pernambucano João Cabral de Melo Neto (1920-1999), o projeto decifra em imagens e sons o conhecido poema dramático que relata a trajetória de um migrante nordestino em busca de uma vida melhor.
A busca por caminhos para o reconhecimento das identidades “silverinas”, os fluxos migratórios correntes no Brasil e no mundo, o ir-e-vir em tempos de mobilidade e deslocamento, e a diversidade de referências que moldam a cultura audiovisual num eixo imaginário entre Pernambuco e São Paulo formam o ‘assunto’ de Outros Silverinos Remix.
Re-apropriados para o contexto da cultura digital do remix e do sampling, os temas são abordados em operações ao vivo de áudio e vídeo, em uma série de quatro blocos, com novos convidados a cada dia de apresentação. Além dos convidados especiais, o projeto conta com a participacão do MC Gaspar (do grupo Záfrica Brasil) na criação de rimas a partir das releituras audiovisuais.
Direção geral: Lucas Bambozzi e Fernão Ciampa.
convidados especiais:
DJ Dolores | 17 de março, terça feira, às 13h e 19h30
Livio Tragtenberg | 24 de março, terça feira, às 13h e 19h30
Lenora de Barros | 31 de março, terça feira, às 13h e 19h30
Toca Ogan e Dengue | 07 de abril, terça feira, às 13h e 19h30
Local: Teatro CCBB
17 de março a 07 de abril
terças-feiras – sessões às 13h e 19h30
A 8ª edição do Prêmio Sergio Motta de Arte e Tecnologia acontece hoje, 6ª feira, na Escola São Paulo, às 19h00 (Rua Augusta 2239).
Dentre as atividades previstas está o lançamento dos e-books dos festivais HTTPS (vídeo, tags e som), e o e-book que sintetiza o simpósio internacional do arte.mov 2008: Apropriações do (in)comum: espaço público e privado em tempos de mobilidade. Os e-books serão disponibilizados em formato PDF para livre circulação, a partir do site do Instituto: www.ism.org.br e no site do arte.mov
Além dos lançamentos, haverá ainda na Escola São Paulo, a abertura da exposição do Grupo de Pesquisa em Arte e Meios Tecnológicos da Faculdade Santa Marcelina com curadoria de Chris Mello, com os artistas Claudio Bueno, Denise Agassi e Lucas Bambozzi.
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O Lugar Dissonante acontece entre 3 de junho e 26 de julho na Torre Malakoff, em Recife. A exposição, que tem curadoria de Lucas Bambozzi e Clarissa Diniz faz parte do 47° Salão de Artes Plásticas de Pernambuco, e fica em cartaz até o dia 26 de julho.
Nossa idéia foi a de abordar manifestações distintas de tecnologia para repensar relações sociais num mundo mediado, com conexões nem sempre visíveis. A mostra expõe embates com a interatividade, a simultaneidade, o erro, as ideias de futuro e passado, a reflexão sobre o que é high ou low-tech…
Os artistas convidados são: Lourival Cuquinha e Hrönir (PE), Giselle Beiguelman e Maurício Fleury (SP), Paulo Nenflídio (SP), Fernando Velásquez (Uruguai/SP) e Ricardo Carioba (RJ). Como componente sugestivo e de contextualização, apresentamos também um trabalho não instalado: o texto-referência Da Audição: Satisfação Garantida Ou Seu Silêncio de Volta, de Arthur Omar, publicado originalmente no extinto Folhetim da Folha de São Paulo, em julho de 1988 (um número especial em homenagem a Stockhausen). O catálogo, ediato em português, espanhol e inglês traz este texto bem como ensaios críticos sobre a mostra.
A exposição teve cobertura intensa da imprensa não apenas da imprensa local. Foram publicadas resenhas e artigos bastante analíticos (algo que não ocorre com muita frequência nos nichos da arte e tecnologia) também no Canal Contemporâneo e na Revista IstoÉ.


Clarissa, representada em imagem 'tamanho natural' em um dos orelhões que fazem parte do trabalho Ouvidoria, de Lourival Cuquinha e Hönir.


Abra, trabalho inédito de Ricardo Carioba apresentado em O Lugar Dissonante. A projeção que ocupa toda a sala é formada por 4 canais de vídeo.
o Youtag.org nasceu do grupo de pesquisa Interfaces Críticas e de início paracia uma idéia/estrutura meio estranha, passou a ser muito replicado pelas vias da publicidade e por novos algoritimos de navegação. Depois de ser exposto na forma de instalação no Emoção Art.Ficial 4.0 no Itaú Cultural, voltou a ser o que era desde o início, um sistema online de “fabricação” de vídeos a partir de palavras-chave: os tags que hoje regem boa parte da indexação do mundo na Internet. O Youtag ficou algumas semanas fora do ar mas voltou nos ultimos dias com seu banco de vídeos ‘resetado’. Bom momento para iniciar novas experiências de criação audiovisual, em uma estranha forma de “videoarte”.

_pra quem quiser ver o processo que ocorrre nos bastidores da web, desde o download dos videos taggeados até a sua transformação em uma nova “coisa”, de autoria “compartilhada”, acesse paralelamente este link:
http://www.youtag.org/teste/projecao.php
“Da Obsolescência Programada, in 3 Acts” was conceived both as a installation (also referred as ‘Crash’) and as a live audiovisual set.
The live performance version was premièred at ON_OFF festival, Itau Cultural, on July 23, 2009 in São Paulo.

Performance description:
Act 1: Illusion
The first part of the presentation includes an experiment in which the audience is asked for participation: the people entering the theater are invited to leave their cell phones switched on. In the beginning of the presentation, the audience will be encouraged (through texts projected on the screen) to raise their arms while holding their cell phones with their lit displays turned upwards. A camera placed at the top of the stage captures the lights of the devices and transmits them to a semi-opaque black screen downstage, thus working as a reverberation of the audience’s actions. The people notice the interaction as they move and their motions are seen on the screen before them. The interactors’ actions become gradually less effective and the lights projected increasingly gain their own motions, turning into drawings and patterns as they respond now to the music beats. Little by little, the upstage screens light up and the images, either abstract and/or graphic, are accompanied by sounds. Their synchronism also affects the images projected on the black screen downstage. The audience can track the motions of the cell phones and cameras by the Vimus software, developed by Jarbas Jacome, in a blob detection process (pixel-recognition of regions of the image) as it happens in multi-touch screens.
Act 2: Consumption
The second part of the performance establishes a progressive dialog between the images projected on the white screens upstage and those displayed on the front black screen downstage. There is an ongoing development along this way with no meaningful interruption. The images, once abstract, appear with more explicit figurative outlines, reminding attempts of constant organization and deconstruction – they may, for instance, refer to deteriorated structures, anachronistic situations or yet situations of abandonment. The images work as patterns to unleash sounds (either using geometric shapes or contrast or mapping relations of the motion of the images themselves). Here is where the parameters of the scenes may also change by means of interventions of music instruments.
Act 3: Determination
The images of this act comprise footage showing the systematic destruction (with a hammer) of a series of technological items, most of them obsolete or nearing obsolescence — media such as floppy disks, VHS tapes, wireless telephones, printer cartridges, cell phones, computer keyboards, printers, light bulbs, and others. All of them are broken to pieces and produce a strong and typical sound of the material they are made of. It may be the desire of many to be on stage holding the hammer seeking to achieve a catharsis, a little revenge owing to the fact that people consume so many technological devices that will not be around for long in their lives. Over 100 sequences of such short footage (two- to six-second length, recorded in high definition) are manipulated with audio and video synchronism in a sort of duel or opposition formed by the two white screens upstage.
crew
Sound design, music, and rhythm accompaniment synchronized with images Paulo Beto
Vimus and Pure Data programming, interactive system manipulation, and electric guitar interferences Jarbas Jacome
Direction and general coordination, image production and manipulation and duel between screens Lucas Bambozzi
a test for staging the work as a live performance set